quarta-feira, 8 de julho de 2009

QUEM TEM CU...

Dize o ditado pupulare que “Quem tem Cu tem medo”!

Esta coisa de falare de Cus disem qué açim a bem disere uma desabergonhiçe. Num debia ser, óspois cus á açim a bem disere grandes ó pequenos, ridondos ó cadrados, e de tantas formas e feitios que deixom a gente compeletamente ademirados.

O queu nun intendo é proque parece mal falare de Cus.

Coitadinha da palabra que nem lhe dom tempo de cresçere. Nem cum as bitaminas queu aboto nos meus tumates ela arriba por mor de se puder falar dela.

Mas ó cumpadres. Mesmo a falar de Cus, eu num falo do Cu dos oitros. Inté proque num mintreça falar do Cu dos oitros. Cada peçoa tem o seu Cu, e meteo onde mais lhe cumbém. O meu Cu custuma ficare dentro das trusses, bem quentinho e acunxegado. Inté proque…

Num sei sé defeito, sé feitio. O qué serto é cu meu Cu, mesmo sendo um Cu é por açim disere pró pequenino.

A mim num mincumoda e inté dá geito. O pior som asqueles Cus munto grandes, cu olhom de isguelha proque ficom cheios dimbeja.

Eu axo qué mesmo imbeja. Mas ás bezes inté fico a pinssar que o queles tenhem é medo só dólharem.

Mas neste país aonde o fáste fude tá sempre a incher os Cus por mor de ficarem mais grandes, eu axo que bou cuntinuar a cumer a tradicionale fude , nun bá o meu Cu cumessar a ficare cum medo cumo os oitros.

Mas ó cumpadres. Mesmo cu meu Cu seja pequeno, é Cu.

E o meu Cu num tem medo!


Comprimentos com soidades da Maria da Cunsseissom Aparessida



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