O histórico processo de hominização colocou o homem no sopé da espiritualidade e abriu-lhe a mente para "realidades" outrora desconhecidas e insondáveis.
O culto - para não dizer medo ou fobia - pela fantasmagórico surge nesta esteira de novidade.
A lbertação do homem, o corte do cordão umbilical com a animalidade, confrontou-o com uma luta árdua, longa e amarga contra o culto dos fantasmas.
Direi mesmo que Nada na história do homem inspira mais piedade do que a moldura de escravidão abjeta do homem perante o espirito-fantasma.
É neste contexto que a Morte ganha a repercussão social que detém e o cadastro de emocionalidade que lhe é culturalmente intrinseca.
A morte significa o falecimento de um corpo finito e simultaneamente a libertação de um "fantasma" até então nele hospedado.
E é aqui que entra o pensamento religioso.
Em muitos casos não para atenuar a agonia, antes para criar novas fobias apetecieis à mente vulnerável.
A religião ampliou a conjectura do medo clivando os fantasmas em Bons e Maus.
Amarrado a preceitos e preconceitos e sem profilaxa religiosa, eis o homem cansado, cinzento e insosso - expressão ficica e finita duma mentalidade tacanha que só falecerá no momento da eféride necrologica... então todoas e cada um de nós alcançaremos a libertação final, a escalada da Luz, o verdadeiro sentir do Cristo conterrâneo...
sexta-feira, 10 de julho de 2009
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Ai cumpadre
ResponderEliminarInté se me arrepiou a espinhela.
Bomessê amais os fantasmas. Mas atão bomessê num sabe quessa coisa de fantasmas num ixiste? Isso é tudo uma inbenção que fiserom só por mor da gente ter medo.
E óspois, beja se cumessa a escreber açim a modos ca gente presseba. É que bomessê usa praí umas palabras queu nunca óbi e óspois eu num pressebo nada.
Ai cumpadre. Mas mesmo açim, eu gosto muito de o óbir a escreber!
Soidades da sseissom