terça-feira, 7 de julho de 2009

O BARÃO ASSINALADO

A fase de desenvolvimento social que atingimos é prodiga em contradições e perversidades.
A ideologia, a política, as estratégias de poder içaram uma casta inatingível de subditos do regime que se afastaram irrevogavelmente do ventre social de onde foram paridos.
Hoje dir-se-á que há duas cepas distintas (em conflito permanente!) - por um lado os beneficiários do regime e por outro os desprezados do regime.
A miscigenação é impossível de realizar.
Por um lado a minoria de Lúcifer, agarrada ao poder e às suas benesses.
No outro extremo os subditos da Deidade Criadora, a maioria de gente simples e anónima que labuta diariamente em prol da tribo que representa e da sociedade que a acolheu na similitude.
A minoria hostil atacou os direitos da maioria, gerando nesta muita amargura e descrença, compelindo-a a escolher e a adoptar a unica arma pacifica da rebelião em curso: a ABSTENÇÃO.

A abstenção é o barão assinalado que significa e indica haver uma diferença entre temer, esquivar, honrar e adorar.

E porque está em curso u movimento de cidadania que propõe a estatuição de uma nova constituição, parece ter chegado a hora de dizer basta.

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