Os ardinas não se cansam de bradar ao mundo – e ao céu também – que mais um caso de corrupção foi encontrado em Portugal.
No instante seguinte segue-se o contraditório, o corropio de agencias e agentes pseudo-preocupados com o problema em epígrafe.
A acusação é feita nos media, o contraditório idem aspas.
Os arguidos, para surpresa do povo, consideram-se publicamente inocentes.
O blá blá blá de sempre.
Depois seguem-se as mesmas manobras de sempre: o PGR oferece explicações minguadas e clama por mais legislação; o Governo desloca a luta para a conspiração; o Presidente do STJ confere despachos ilegais; o PR convoca os instituintes do momento.
E o Povo, coitado sempre o povo, é quem os atura e custeia as demandas.
A lavagem ao cérebro decorre de seguida, uns os acusados e seus amigos ou subditos esgrimem os argumentos de inocencia, outros calam-se esperando não ver o dia em que também eles irão ser acusados. Sim, acusados pois a corrupção em Portugal está irremediavelmente generalizada.
Minto, há um sítio onde seguramente ainda não existe corrupção: ONDE AINDA NÃO FOI DESCOBERTA.
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